quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Diga Não ao PiG (Partido da Imprensa Golpista)

O Partido da Imprensa Golpista (comumente abreviado para PIG ou PiG) é uma expressão usada por órgãos de imprensa e blogs políticos para se referir a órgãos de imprensa e jornalistas tidos como adeptos da direita política, que se utilizariam da chamada grande mídia como meio de propagar suas ideias e tentar desestabilizar governos de orientação política de esquerda.







Mirian Leitão Viuva de Fhc



Lúcia "Bebúcia" Hippolito

Uso do termo


A expressão surgiu entre internautas brasileiros em 2007,[carece de fontes?] mas foi popularizada pelo jornalista Paulo Henrique Amorim em seu blog Conversa Afiada. Amorim, quando utiliza o termo, escreve com um i minúsculo, em alusão ao portal iG, do qual foi demitido em 18 de março de 2008, no que descreve como um processo de "limpeza ideológica". De acordo com ele, até políticos teriam passado a fazer parte do PIG: "O partido deixou de ser um instrumento de golpe para se tornar o próprio golpe. Com o discurso de jornalismo objetivo, fazem o trabalho não de imprensa que omite; mas que mente, deforma e frauda.[2]



O termo também é utilizado pelos jornalistas Luiz Carlos Azenha e Rodrigo Vianna em seus blogs, em referência a eventos ocorridos no Brasil e no exterior.[3][4] De maneira geral, hoje a expressão é bastante usada em parte dos sites e blogs de esquerda no Brasil.[5]



O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva dá respaldo à ideia contida no termo quando reclama: "Quem faz oposição nesse país é determinado tipo de imprensa. Ahhh, como inventam coisa contra o Lula. Se eu dependesse deles para ter 80% de aprovação, teria zero."[6]



[editar] Definição e contextualização

O termo é utilizado para se referir à qualidade do jornalismo praticado pelos grandes veículos de comunicação do Brasil, que seria, segundo seus criadores e utilizadores, demasiadamente conservador e que teria o intuito de derrubar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e membros de seu governo de forma constante.



De acordo com Amorim, o termo PIG pode ser definido da seguinte forma:



Em nenhuma democracia séria do mundo jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político — o PiG, Partido da Imprensa Golpista[7]

—Paulo Henrique Amorim



Amorim afirma ainda que a imprensa brasileira seria golpista sempre que o presidente da república é de origem trabalhista, ao mesmo tempo a imprensa nunca publicaria absolutamente nada contra presidentes de origem não trabalhista. O PIG, segundo ele, teria sua origem com Carlos Lacerda, que ajudou a "matar Getúlio Vargas"; teria continuado travando sua luta contra Juscelino Kubitschek e João Goulart, até se aliar à ditadura militar; teria perseguido o governo Brizola; e agora conspiraria contra o governo Lula.[2]



O cientista político Wanderley Guilherme dos Santos declarou, em entrevista à revista Carta Capital em 2005: "A grande imprensa levou Getúlio ao suicídio com base em nada; quase impediu Juscelino de tomar posse, com base em nada; levou Jânio à renúncia, aproveitando-se da maluquice dele, com base em nada; a tentativa de impedir a posse de Goulart com base em nada." Na opinião de Santos o papel da imprensa livre é o de "tomar conta, sim. Desestabilizar, não. A estabilidade não pode depender de militar, nem da Igreja, nem da imprensa"

2 comentários:

MISTER X BAND - UM ROCKEIRO NA PRESIDÊNCIA DO BRASIL disse...

O CONTEÚDO INFORMATIVO TEM ENORME RELEVÂNCIA.
MAS EU GOSTARIA DE LER SUA OPINIÃO PESSOAL SOBRE O CONTEÚDO DOS PARÁGRAFOS IMPORTADOS FATIADOS EM CADA PARÁGRAFO OU APÓS O FECHAMENTO DA MATÉRIA COMO UM TODO.
ABRAÇO,
ASS. José Farias de Abreu - MÍSTER X

CTV NEWS disse...

Isso é uma Vergonha pro Pais ser dominado por uma Imprensa que tira e põe políticos...

temos que acabar com o PiG Diga não ao PiG