Segundo Kelmann, a explosão foi causada por um dos dois transformadores da câmara substerrânea de Copacabana, que estava na lista dos 4 mil equipamentos a serem trocados pela empresa, entre o Centro e a Zona Sul.
Deste total, 2 mil estão em estado crítico e precisam ser substituídas ou readaptadas. A que explodiu estava entre as que passariam por essa readaptação.
Explosão de transformador fez tampa de ferro da câmara subterrânea da Light voar (Foto: Divulgação/ Light)saiba mais
Presidente da empresa pede desculpas
"Tínhamos a impressão que o pior já tinha acontecido. Fomos surpreendidos com essa tragédia. O prefeito tem toda razão de cobrar da Light uma atitude e pedimos desculpas à população pelo o que aconteceu. Vamos acelerar o programa de substuição. Essa será minha prioridade número 1", disse.
Neste sábado, ele se reúne com diretores da empresa para tratar da aceleração do programa de recuperação dos equipamentos. Vai indenizar as vítimas, recuperar a via e reembolsar a prefeitura pelos gastos da recuperação da região.
Prefeito quer auditoria externa
O prefeito Eduardo Paes afirmou neste sábado (2), que considera inconcebível e inaceitável a explosão do bueiro. Ele disse ainda que a prefeitura vai contratar uma auditoria externa para analisar os planos da empresa e que pretende impor punições mais severas a este tipo de acidente.
Ainda de acordo com o prefeito, a expectativa e que o trecho da Avenida Nossa Senhora de Copacabana que segue interditado seja liberado até o final do dia. Homens da prefeitura e da Light, concessionária de energia da cidade, trabalham no local.
Cinco feridos
A explosão do bueiro deixou cinco feridos . Até a madrugada deste sábado, duas pessoas ainda estavam internadas no Hospital Miguel Couto, na Gávea, na Zona Sul.
Uma delas, um senhor de 74 anos, foi transferido para o Hospital São Lucas, onde, segundo a assessoria de imprensa da unidade, está internado com politraumas na testa e no pulso e queimaduras, na unidade semi-intensiva. A outra vítima, segundo a Secretaria municipal de Saúde, foi liberada.

Após uma ala de baianas bem vestida, ficou claro a concepção equivocada das alegorias da escola. Já no abre-alas, o excesso de informação e formas ficou evidente. Fato que se repetiria nas outras três alegorias apresentadas pela Difícil. Apesar do problema, não foi possível perceber grandes falhas de acabamento, fato comum nas escolas que são oriundas do Grupo de Acesso C.
Outro problema enfrentado pela agremiação foi a evolução da terceira cabine de julgadores até o fim do desfile. Por precipitação de alguns diretores de harmonia, que pareciam não saber que o tempo máximo de desfile é de 53 minutos, a escola passou pelos dois últimos módulos praticamente sem parar. Nem mesmo a bateria entrou no segundo recuo.